A Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthwork é o tipo de arte em que o terreno natural, em vez de prover o ambiente para uma obra de arte, é ele próprio trabalhado de modo a integrar-se à obra.
A Land Art surgiu nos finais da década de 1960, em parte como consequência de uma insatisfação crescente em face da deliberada monotonia cultural pelas formas simples do minimalismo, em parte como expressão de um desencanto relativo à sofisticada tecnologia da cultura industrial, bem como ao aumento do interesse às questões ligadas à ecologia. O conceito estabeleceu-se numa exposição organizada na Dwan Gallery, Nova York, em 1968, e na exposição Earth Art, promovida pela Universidade de Cornell, em 1969.
É um tipo de arte que, pelas suas características, não é possível expor em museus ou galerias (a não ser por meio de fotografias). Devido às muitas dificuldades de colocar-se em prática os esquemas de land art, as suas obras muitas vezes não vão além do projecto. Assim, a afinidade com a arte conceitual é mais do que apenas aparente.
Das obras de land art que foram efectivamente realizadas, a mais conhecida talvez seja a Plataforma Espiral (Spiral Jetty), de Robert Smithson (1970), construída no Grande Lago Salgado, em Utah, nos Estados Unidos da América.
Never Ending Sun de Avi Hochberg é um magnífico vídeo realizado em time-lapse que comprime em pouco mais de um minuto toda uma semana do movimento relativo do Sol numa zona próxima do Pólo, onde o Sol não chega a pôr-se durante muitos meses. Mostra um efeito do tipo “update no horizonte”.
Além do cinema, os irmãos Lumière também inventaram a fotografia colorida, em 1904.
Esse arquivo é uma raridade. São as primeiras fotos coloridas do mundo feitas pelos irmãos Lumière. A seguir, a explicação do método usado à época.
Foi um método popular para produzir as primeiras fotografias a cores coloridas. Eram usados grânulos de amido de batata (fécula), tingidos de verde, laranja e violeta para criar imagens coloridas em placas de vidro, semelhante a slides. Ao passar pelos grãos, a luz decompõe-se e cria o colorido suave que se vê nas fotos produzidas dessa maneira. Cores pastéis, com um ligeiro efeito granulado.
Básicamente é isso um auto cromo: uma chapa de vidro coberta por minúsculos grãos transparentes de cor laranja, verde e violeta, sobrepostos a uma imagem fotográfica preto e branco. Era feito deste modo: grãos de amido de batata, de dimensões microscópicas corados, misturados em certa proporção e espalhados sobre a chapa de vidro, numa camada muito fina. A seguir eram cobertos por uma camada de verniz impermeável, que os isolava dos banhos de processamentos. Em seguida, imersos numa emulsão pancromática, que é sensível a todas as cores.
Fotografias muito bonitas, as quais parecem pinturas de Monet ou Renoir
Filha de um homem de negócios influente em Pittsburgh, de descendência francesa, mas tinha uma grande paixão pelos Estados Unidos, estudou arte na Academia de Artes da Pensilvânia na Filadélfia. Participou de várias exibições de quadros impressionistas, nos anos de 1879, 1880, 1881 e 1886. Conheceu pintores como Manet, Monet, Morisot, Renoir, Degas e Pissarro. Sendo que Degas foi seu marido. Tinha estilo próprio e muito defendida por Degas dos severos críticos da época. Pintou um quadro chamado Senhora no Teatable em 1885 posteriormente adquirido pelo Museu Metropolitano de Nova Iorque. Devido a influência de Degas, os seus trabalhos foram marcados com ênfase no estilo suave ou lírico da pintura.
Mary Cassatnasceu a 22 de Maio de 1844, na cidade de Allegheny, Estados Unidos e faleceu em 14 de Junho de 1926 em Château de Beaufresne, perto de Paris. É considerada uma grande pintora impressionista.
Erika Iris Simmons é uma artista autodidacta que se especializou em utilizar meios não tradicionais: antigos livros, cassetes, baralhos de cartas, revistas, cartões de crédito… Qualquer coisa que ela consiga chegar às suas mãos. Ela gosta de trabalhar com o incomum “coisas que têm uma ideia própria”.
Nascida
em St. Louis, Missouri, e agora residente na Geórgia, E.U.A., Simmons é capaz de insuflar uma nova vida em materiais que foram na sua maioria doados ou deitados fora, no passado.
Ju Duoqi, artista chinês, usa ingredientes um pouco invulgares para criar as suas obras de arte. Utiliza, legumes e vegetais como por exemplo, a Monalisa é feita com arroz e deu-lhe o nome “Mona Tofu”. Nas suas recriações podemos ver obras de grandes artistas como Andy Warhol, Pablo Picasso, Vincent Van Gogh além de Leonardo da Vinci.
Há uns tempos atrás publiquei uma reflexão de Ernest Hemingway, e agora, depois de umas pesquisas na net, descobri uma animação relacionada com o livro “O Velho e o Mar” do mesmo escritor, que por sinal é uma belíssima obra de arte. Ora vejam…
O director russo Alexander Petrov ganhou, em 2000, o Óscar da melhor curta metragem de animação pela sua versão do livro “O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway. Cada cena parece ter sido feita como se de uma pintura se tratasse, numa época em que a animação computorizada já era vulgar.
Se conhece o livro vai ficar fascinado. Se não conhece, certamente vai querer conhecer para saber o que motivou o director a fazer algo tão harmonioso. É tocante como ele conseguiu traduzir as sensações de solidão, calor, água, persistência e luta (que estão no livro) para o mundo das imagens.
Sinopse:
Santiago, um velho pescador cubano que ficara 84 dias sem pescar nada, promete acabar com a sua onda de azar. A sua sorte tem a forma de um espadarte gigante, o maior peixe que já pescara. Após três dias de luta com o espadarte no Golfo do México, Santiago volta para o porto e a razão do seu combate transformara-se numa carcaça por tubarões.